quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Pela manhã

Tão calma e silenciosa,  doce manhã que acorda primeiramente os pássaros. Mesmo com chuva, eles cantam agradecendo mais um dia.
O corpo não quer despertar das quatro horas dorminadas, a fome demora a chegar e o tempo esqueceu de ser mais vagaroso, a cada piscada parece que uma hora se foi.
Um café,  um despertar, lembrei dos propósitos da vida. A cama não serve mais por hora, e o dia me chama para realizarmos algo de novo.
Bom dia!

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