Desci do carro e a minha frente estava um morador de rua, bem na 14 bis. Cabelos longos, por volta de 37 anos, aparência magra, olhos pretos e perdidos.
Assim que o olhei de volta sorri e disse se estava tudo bem? A resposta foi um tanto óbvia, demorada mas óbvia: tudo bem o cara...!
É evidente notar as condições precárias daquele homem.
Mas o que me ocorreu foi, se ele reclama do mesmo jeito que age para mudar sua situação atual.
As reclamações e críticas fazem parte da vida moderna, mas a autorresponsabilidade de que as mudanças dependem exclusivamente de cada um, não passa por suas mentes.
Refletir sobre os próprios erros e acertar no presente é uma ação para poucos.
Tanto que poucos são os verdadeiramente felizes.
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